Han Shan - na Tradução de António Graça Abreu - "156"
Habito a montanha,
ninguém me conhece.
Entre nuvens brancas,
o silêncio, sempre o silêncio.
Han Shan
com a devida vénia, de DiVersos, Poesia e Tradução: N.º15 - Junho de 2009, Edições Sempre-em-Pé
ninguém me conhece.
Entre nuvens brancas,
o silêncio, sempre o silêncio.
Han Shan
com a devida vénia, de DiVersos, Poesia e Tradução: N.º15 - Junho de 2009, Edições Sempre-em-Pé
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