3 de agosto de 2011

O FILHO PRÓDIGO

Ao balcão do Danúbio azul
Bebo o café quente da manhã

Chegam peregrinos
Por caminhos e ruas, em mau silêncio

Na televisão, homens doutras eras
Falam de organismos especializados
De sacrifícios e responsabilidade

Nunca cantaria uma cidade
As ruas as pessoas todas as ladainhas
Nem as serras e os montes
Talvez um cão

João Almeida

com a devida vénia, de Telhados de Vidro, N.º 15 . Junho . 2011


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